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Formandos: Avaliações Extraordinárias

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Avaliações Extraordinárias R-PA        
       

FAQ

 

Nos pontos seguintes, são esclarecidas algumas das dúvidas mais recorrentes no que diz respeito ao processo de Avaliação Extraordinária na nossa Escola.

 

1 - Os formandos devem proceder à requisição das Avaliações Extraordinárias (AE), em documento próprio e de acordo com os regulamentos e prazos definidos pela Escola, nos serviços administrativos.

2 - O prazo referido no número anterior é o que consta do cronograma das Avaliações Extraordinárias. Não serão aceites inscrições fora do prazo definido pela Escola.

3 – Quem não requerer a prova de avaliação extraordinária não pode aceder à respetiva época de Avaliações Extraordinárias.

4 – Na elaboração dos mapas de avaliações extraordinárias são considerados os seguintes critérios:

 a) Têm preferência na calendarização de exames os formandos com menos módulos/UFCD’s em atraso;

 b) Ao ser calendarizado um módulo/UFCD, de acordo com o critério anterior, todos os formandos com esse módulo em atraso ficam em condições de o realizar;

 c) Caso um formando veja calendarizado no mesmo dia mais do que um módulo/UFCD nos termos da alínea b) terá de optar por uma das provas, transitando a restante para outra época de AE;

5 – De acordo com o Regulamento de Avaliação de Aprendizagem de Formandos, os formandos que não cumpram os normativos internos, mesmo que procedam a requisição do exame, ficam impedidos de o realizar.

6 – APOIO/EXPLICAÇÕES – Os formandos podem solicitar apoio/explicações aos formadores que no presente ano letivo lecionam o módulo calendarizado para Avaliação Extraordinária. No entanto, este apoio/explicação está dependente da disponibilidade do formador, podendo a Escola, quando se justificar, criar sessões de estudo acompanhado/apoio.

 

 FAQ.pdf 

Procedimentos a respeitar no dia da Avaliação Extraordinária pelos formandos

A fim de cumprir todos os procedimentos relacionados com as avaliações extraordinárias, é de todo importante que cada um de vós tome prévio conhecimento do seguinte:

- nos dias de avaliação extraordinária, os formandos têm de estar na escola às 9h30 ou às 13h30, consoante se trate de provas das componentes de formação sociocultural e científica ou da componente de formação técnica, respectivamente;

- as provas iniciam-se às 10h00 ou às 14h00 e têm o tempo regulamentar de 60 ou 90 minutos, acrescido de 30 de tolerância;

- aos formandos estão reservados 15 minutos de tolerância (10h00-10h15/14h00-14h15). No entanto, o tempo de atraso, no máximo 15 minutos, não é recuperado, ou seja, as provas continuam a ter a duração máxima de 90 ou 120 minutos;

- a haver algum formando que exceda os 15 minutos de tolerância, fica automaticamente impedido de realizar a prova;

- nos dias de realização das provas, os formandos só estão autorizados a usar as folhas de teste e de rascunho cedidas pela escola e esferográfica azul ou preta. Para além do exposto, todos os outros materiais são somente utilizados mediante a indicação prévia dos formadores;

- antes de entrar na sala, os formandos devem desligar os telemóveis;

- ao entrarem na sala, todos os bens pessoais (mochila, cadernos, livros, folhas, etc.) devem ser colocados junto à mesa do formador;

- qualquer comportamento que venha a comprometer a regular realização da prova (tentativa para copiar, conversa com os colegas, barulho…) implica ordem de saída da sala e consequente anulação da prova; 

- iniciada a prova, e não se tendo verificado nenhuma situação que o exija, os formandos só estão autorizados a abandonar a sala depois de esgotado o tempo regulamentar (60  ou 90 minutos) ou depois de esgotado o tempo de tolerância (90  ou 120 minutos). Mais uma vez, o incumprimento do exposto tem como consequência a anulação da prova;

- todas as regras expostas anteriormente têm a ver com o facto de querermos o melhor para os formandos, o mesmo é dizer contribuir para o aproveitamento escolar. Assim, é oportuno recomendar que todos encarem com seriedade as avaliações extraordinárias. 

 

 Procedimentos a respeitar no dia da Avaliação Extraordinária pelos formandos 

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DOS FORMANDOS

 

Artigo 16.º - Avaliação Extraordinária 

 

1- O formando está sujeito à avaliação extraordinária quando:

a) Em resultado da 1.ª oportunidade de avaliação ordinária, obteve classificação final inferior a 8 valores;

b) Em resultado da 2.ª oportunidade de avaliação ordinária, obteve classificação final inferior a 10 valores;

c) Não cumpriu o estabelecido na alínea b) do n.º 1, do artigo 14.º;

d) Faltou injustificadamente a momentos de avaliação da1.ª ou 2.ª oportunidade de avaliação ordinária;

e) Sem prejuízo do estabelecido na alínea anterior, não está sujeito a avaliação extraordinária o formando que, embora tenha faltado injustificadamente a momentos de avaliação previstos no âmbito da 1.ª ou 2.ª oportunidade, consiga, mesmo assim, a classificação final igual ou superior a 10 valores;

f)  Revele comportamento fraudulento, em qualquer momento de avaliação das aprendizagens;

g) Manifesta interesse em fazer melhoria de nota.

2- Cabe à Direção Técnico-Pedagógica definir, não só os calendários de avaliação extraordinária, onde constam os períodos de recuperação dos módulos realizados sem aproveitamento, mas também as condições de candidatura às provas de recuperação.

3- Todo o trabalho de preparação para se submeterem às provas de avaliação extraordinária é da inteira responsabilidade dos formandos que, para esse efeito, podem contactar os respetivos formadores no sentido de estes lhes proporcionarem possíveis explicações e fornecerem eventuais pistas de estudo.

4- Os formandos sujeitos à avaliação extraordinária estão obrigados a requerê-la nos Serviços Administrativos da Escola, no período definido pela Direção Técnico-Pedagógica.

5- O incumprimento do estabelecido no número anterior impede o formando de realizar a avaliação extraordinária.

6- Por cada módulo requerido no âmbito da avaliação extraordinária implica que o formando pague o montante de € 5,00. O pagamento da quantia em divida deve acontecer durante o período definido pela Direção Técnico-Pedagógica e destina-se a suportar as despesas afetas ao processo.

7- Estão isentos do pagamento referido no número anterior os formandos que não recebam a bolsa de formação;

8- Por cada módulo requerido para efeitos de melhoria de nota, o formando está sujeito ao pagamento de € 10,00 e destina-se a suportar as despesas afetas ao processo.

9- O incumprimento do definido nos números anteriores, ou a entrega do requerimento, nos Serviços Administrativos, fora do prazo fixado pela Direção Técnico-Pedagógica, impede o formando de realizar a melhoria de nota.

10-  A avaliação extraordinária concretiza-se nos seguintes momentos:

a) Na interrupção letiva da Páscoa, para os formandos do 1.º ano;

b) Nas interrupções letivas do Natal e da Páscoa, para os formandos do 2.º e 3.º anos, a menos que o segundo momento de avaliação extraordinária (Páscoa) coincida com a Formação em Contexto de Trabalho;

c) No mês de Setembro (designadamente durante os dias que antecedem o arranque do ano letivo), quer para os formandos que iniciam o 2.º e 3.º anos do curso, quer para os formandos que, no mês de Julho anterior, concluíram o ciclo de formação.

d) Além do referido nas alíneas anteriores, a Direção Técnico-Pedagógica pode agendar outros momentos de avaliação extraordinária, no sentido de potenciar o aproveitamento escolar dos formandos.

11-  Sem prejuízo do definido na alínea c) do número anterior, os formandos, que terminaram sem sucesso o ciclo de formação, dispõem ainda de dois momentos de avaliação extraordinária, a fim de concluírem, com aproveitamento, os cursos frequentados. 

 

 Avaliações Extraordinárias - RI 

Formandos que terminaram o ciclo formativo

De acordo com o Regulamento de avaliação das aprendizagens dos formandos da Escola Profissional Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira os formandos, que terminaram sem sucesso o ciclo de formação, dispõem de dois momentos de avaliação extraordinária (setembro e dezembro), a fim de concluírem, com aproveitamento, os cursos frequentados.

 

Findo este prazo, os formandos devem respeitar o exposto no artigo 17º do RAAF.

 

Artigo 17.º - Avaliação Extraordinária Suplementar

1- Esgotados os momentos de avaliação previstos no número 10 do artigo anterior, os formandos, que não terminaram o ciclo de formação, podem requerer a realização dos módulos em atraso, de acordo com os calendários de avaliação extraordinária aprovados pela Direção Técnico-Pedagógica, mediante requerimento a apresentar ao Diretor Técnico-Pedagógico.

2- A decisão de aceitar o requerimento apresentado pelo formando está dependente:

a) da análise do perfil de progressão do formando ao longo do ciclo deformação;

b) da disponibilidade de formadores para elaborar e corrigir as provas de avaliação extraordinária requeridas;

c) do número de módulos sem aproveitamento;

d) da conclusão com aproveitamento da Prova de Aptidão Profissional e da Formação em Contexto de Trabalho;

e) dos normativos legais em vigor.

3- A decisão é comunicada ao formando, pelo meio mais expedito, antes do início dos momentos avaliação indicados no número anterior.

4- Os formandos admitidos à Avaliação Extraordinária Suplementar estão sujeitos às épocas, normas e procedimentos previstos no artigo anterior.

5- Por cada módulo requerido no âmbito da avaliação extraordinária suplementar implica que o formando pague o montante de € 40,00. O pagamento da quantiaem dívida deve acontecer durante o período definido pela Direção Técnico-Pedagógica e destina-se a suportar as despesas afetas ao processo, nomeadamente a elaboração e correção das provas de avaliação extraordinária.

6- Os formandos que faltem injustificadamente aos momentos de avaliação extraordinária suplementar ficam impedidos de realizar os módulos sem aproveitamento em épocas posteriores.

 

Formandos ao abrigo do Decreto-Lei n.º 357/2007

 

CONCLUSÃO DO NÍVEL SECUNDÁRIO DE EDUCAÇÃO AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO

 

1. O Decreto-Lei nº 357/2007, de 29 de Outubro, publicado em Diário da República, 1ª Série, nº 208, define os procedimentos e as condições de acesso a modalidades especiais de conclusão de nível secundário de educação e da respectiva certificação, por indivíduos com mais de 18 anos, com percursos formativos de nível secundário incompletos e desenvolvidos ao abrigo de planos de estudo extintos ou em extinção;

2. O Diploma acima mencionado considera incompletos os percursos de nível secundário que, no total, tenham até 6 disciplinas/anos inclusive com classificações inferiores a 10 valores e/ou em falta na avaliação interna realizada no final de cada ano em que a disciplina foi frequentada, tendo como referência o conjunto dos anos de escolaridade em que cada disciplina integra o respectivo plano curricular;

3. As provas de exame realizam-se em 3 épocas específicas – Novembro, Fevereiro e Maio – para além de época normal, sendo o calendário de exames estabelecido pelas escolas em função da procura dos candidatos;

4. Na Região Autónoma dos Açores, as escolas que permitem a certificação e/ou a conclusão do nível secundário da educação são: EBS de Santa Maria, ES Domingos Rebelo, ES Jerónimo Emiliano de Andrade, EBS de Velas, EBS da Graciosa, ES Manuel de Arriaga, EBS da Madalena, EBS das Flores e EBI Mouzinho da Silveira

 

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